segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A Dona Armanda

(história anterior)

“No Carnaval é que elas saem à rua.” A frase é de uma colega minha de trabalho e acaba por resumir bem o que foram esses dias na empresa onde trabalho. Na noite do Domingo Gordo, recebi uma mensagem do Daddy a dizer-me que queria que eu fosse mascarada de “D. Armanda”, e após pedir esclarecimentos a resposta foi “podes dar largas à Melanie, aparecer de secretária e… o resto logo se vê”. Quando li a mensagem, o meu clitóris deu logo sinal…

No dia seguinte, a “D. Armanda” lá apareceu ao serviço. Tinha vestido um fato-casaco cinzento com saia pelo joelho, uma camisa de cetim cor-de-rosa, meias cremes e sapatos de salto-agulha brancos. Obviamente que eu me havia maquilhado, com baton e rímel, tinha brincos de mola, um colar de pérolas e uma pulseira idêntica. Havia colocado uma peruca de cabelo longo meio aloirado. Ouvi assobios e piropos assim que entrei mas não reagi mais que um sorriso. Se eles soubessem!…
Durante o dia, foi tudo normal, como nos outros dias, fiz o meu trabalho como de costume. Mas…

- Oh “D. Armanda”, venha ao meu escritório, se fizer favor. Temos facturação para despachar.
A frase foi dita pelo Daddy a meio da tarde, via telefone. Peguei no meu bloco de notas e na caneta e fui até ao Seu gabinete.
Assim que lá cheguei, Ele disse-me para fechar a porta e trancá-la.
- Levanta a saia, Melanie.
Senti-me corar. Ia haver festa! Obedeci, levantando a saia e mostrando-Lhe as minhas cuecas de cetim e o cinto de ligas que mantinha as meias em posição.
- Baixa as cuecas.
Lambi os lábios enquanto o fazia, mostrando-lhe o meu clitóris trancado. O Daddy fez-me gesto para rodar e eu fi-lo, fazendo de propósito para exibir o meu plug com jóia.
- Sim senhora, linha menina! – aprovou Ele – Agora mete-te debaixo da secretária. – e sentou-Se na Sua cadeira, abrindo o fecho das calças.
Fiquei de quatro no chão e fui gatinhando até quase ficar com a cabeça no Seu colo; com as minhas mãos de unhas encarnadas ajeitei as calças até o Seu órgão aparecer; e claro está que o abocanhei. Deliciei-me ao ouvir o Daddy gemer de prazer, colocando a Sua mão na minha cabeça à laia de festas, e isso fez-me, entre duas chupadelas, tirar a pila da boca e ficar a lamber-Lhe a cabecinha, passando a ponta da língua inúmeras vezes pela uretra. E enquanto dava prazer oral ao meu Daddy, olhava para Ele e vi-O alternar entre os esgares de prazer e os sorrisos de contentamento. E eu também já me sentia bastante contente, pois aquele órgão já estava bem grandinho e suculento, quase apetecia tê-lo no meu cuzinho guloso!
De súbito, umas mãos levantaram-me a saia, agarraram-me no plug e retiraram-mo lentamente; quis olhar para trás mas a secretária não me deixava ver nada, para além da mão do Daddy não me ter permitido efectuar o movimento.
- A puta está no ponto. Força! – ouvi a voz do Daddy.
Logo após aquela frase, senti alguém ajoelhar atrás de mim; e no instante seguinte uma pila de bom tamanho, envolta em látex, começou a avançar-me pelo cuzinho dentro. De sobressaltada devo ter parado de me mexer, pois levei uma pancada na face, à laia de chapada.
- E tu continua a chupar, “D. Armanda”! O facto de te estarem a fazer um depósito na porta dos fundos não significa que possas parar de abocanhar o ganso! Chupa, puta.
Não sei porquê, adorava quando o Daddy me apelidava de puta – e quando Ele abusava de mim. Voltei a chupar-Lhe a pila, querendo fazê-la esporrar-me a boca, ao mesmo tempo que o desconhecido ia começando a enfiar-me a sua verga no meu cuzinho com cada vez mais força, fazendo-me soltar um gemido sempre que entrava todo em mim. Aquela sensação de ser usada para desconhecidos terem prazer fez com que o meu clitóris ficasse ainda mais duro dentro da sua prisão – e fez com que eu chupasse a pila do meu Daddy com ainda mais sofreguidão.
- Ohhh… toma…
No instante seguinte, a minha boca foi-se enchendo do leitinho do Daddy, que engoli como pude. Atrás de mim a pila que entrava em mim acelerou a velocidade com que o fazia até que a pessoa que ali estava também começou a gemer de prazer à medida que, calculo eu, se começou a vir. Dei por mim a pensar que adorava receber o seu leitinho no meu cuzinho sem barreiras de látex!
Assim que ambos se acalmaram, saíram de mim; mesmo assim eu lambi mais um pouco a pila do Daddy, para a limpar do Seu leite; depois ajeitei-Lhe a roupa e deixei-O com as calças bem ajeitadas como se não se tivesse passado nada.
- Pronto, podes sair daí. – comentou Ele, enxotando-me com um pé.
Saí de debaixo da secretária ao mesmo tempo que a chave soava na porta e esta se abria e voltava a fechar. Levantei-me e ajeitei a minha roupa, voltando a ficar impecavelmente vestida, como se eu não tivesse acabado de ser uma enorme puta, e encarei o meu Daddy.
- Deseja mais alguma coisa?
Então senti uma mão no pescoço a fazer-me dobrar e deitar sobre a secretária e outra a levantar-me a saia, expondo-me o meu rabo e baixando-me novamente as cuecas; e logo a seguir outra pila (ou seria a mesma?) dentro de um preservativo entrou-me no cuzinho. Esta era maior que a anterior!
- Ai, Daddy, ele é tão grande! Ai… – gemi ao senti-lo avançar e recuar dentro de mim.
Em resposta tive um pano enfiado na boca.
- As putas não se queixam. – disse Ele.
Coloquei as mãos atrás das costas, simulando tê-las presas também, e uma mão agarrou-me no antebraço e apertou-mo com força: as mãos dele pareciam tenazes! Era ao consoante da sua pila, bem grossa e dura e que me estava a martelar o meu rabinho. Estava a aleijar-me um bocado mas… a ideia de estar praticamente a ser violada mesmo à frente do meu Daddy não me deixava indiferente – nem o meu clitóris, que já estava bastante apertado na sua prisão. E não nego que adoraria que alguém mo libertasse e lhe tocasse até eu me vir também…
Fui comida por aquele desconhecido até ele se vir dentro de mim, tal como o outro; mais uma vez fiquei com pena de não sentir o seu orgasmo em mim, mas saber que tinha sido o meu cuzinho a fazê-lo sentir aquele prazer já me deixou feliz. E assim que aquela pila saiu de mim e eu voltei a ouvir a agitação de roupa a ser ajeitada, fiz tenções de me levantar; mas uma mão no pescoço impediu-me de o fazer.
- Quieta. – avisou-me o Daddy – Só sais daqui quando Eu quiser. Ou achas que já acabaste o que tens a fazer?
Se eu não tivesse o pano na boca, eu perguntaria que queria Ele dizer; mas percebi bem onde queria chegar assim que um outro corpo se encostou às minhas nádegas.
- Quero que, daqui por uns tempos, a tua “cona” seja mais larga que o Túnel do Marão! – riu-Se Ele.
Gemi meio em protesto meio de contentamento ao sentir aquele baixo-ventre a ficar nu e a sua pila a ficar-me encostada ao meu cuzinho massacrado; e gemi de dor quando ele entrou em mim: OK, era um órgão mais pequeno que o anterior, mas eu tinha já o meu esfíncter massacrado! Só que aquele gajo foi completamente indiferente a isso e montou-me como se não houvesse tempo a perder; e comecei a soltar longos gemidos à medida que ele entrava totalmente no meu cuzinho. Sempre que a sua verga entrava totalmente em mim, eu levantava os saltos dos sapatos, com eles a embaterem no chão assim que ele saía.
Tal como os anteriores, ouvi aquele estranho gemer ao vir-se dentro do preservativo, dentro de mim, tudo enquanto o meu Daddy me acariciava o cabelo falso. Gemi atrás da minha mordaça, de prazer por ter satisfeito mais um amigo do meu Daddy mas também de dor por estar aprisionada e apertada dentro do meu cinto de castidade. Instantes depois, aquele homem saiu de mim e pude ouvi-lo a ajeitar as calças e a sair, sempre em silêncio tal como os que o antecederam. Deixei-me ficar deitada em cima do tampo da secretária à espera do seguinte… e então o Daddy levantou-Se.
- Também acho que devo ajudar-te a alargar esse rabo! Que dizes, Melanie?
Apenas pude gemer ao sentir o Seu órgão entrar-me no cuzinho, mas acabei por assentir: era óbvio que eu o queria a Ele dentro de mim! De súbito, senti algo a ser-me encostado ao meu clitóris trancado, e assustei-me ao sentir esse algo começar a tremer!
- Vamos lá a excitar a “D. Armanda”, a ver se ela faz bom trabalho…
O Daddy não foi bruto como os anteriores: penetrou-me com carinho e com jeitinho. Mas aquele vibrador que Ele encostara ao meu cinto de castidade começou a levar-me à loucura, mais que a Sua pila: o meu clitóris já estava extremamente inchado, e quanto mais fosse estimulado mais ele iria ficar apertado! Contudo o Daddy pareceu ignorar essa questão, continuando a excitar-me enquanto abusava de mim, quase dando a entender que me queria levar à loucura… Gemi incessantemente à medida que era comida e provocada.
O Daddy voltou a vir-Se, desta feita no meu cuzinho… só que, ao contrário dos desconhecidos anteriores, Ele não usara preservativo, ou seja, eu levei com o Seu néctar mesmo dentro das minhas entranhas. Adorei aquela sensação de me sentir fecundada por Ele, mesmo ali no local de trabalho onde podíamos ser apanhados por desconhecidos. Só não gostei de ter sido excitada até eu quase sentir o meu clitóris ferir-se nas grades do meu cinto de castidade.
Quando o Daddy saiu do meu cuzinho e me tirou o lenço que eu tinha na boca, olhei para Ele, quase suplicante.
- Daddy, e eu? Posso-me vir?
Ele riu-Se.
- Não. Ficas bem assim… bem dócil, bem submissa. Ajeita-te e vai para a tua secretária.
- Mas… mas… Daddy…
- Vai. – e apontou na direcção da porta – Senão ficas um mês sem liberdade no clitóris.
Baixei a cabeça, vencida.
- Sim, Daddy.
Fui buscar o meu plug anal, voltei a enfiá-lo no cuzinho, provocando um sorriso ao meu Daddy, depois puxei as cuecas para cima, ajeitei as roupas, ajoelhei-me aos Seus pés, beijei-Lhe as biqueiras dos sapatos de cabedal escuro, voltei a erguer-me e saí do Seu escritório.

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