segunda-feira, 13 de março de 2017

Bodas de madeira (parte 2)

continuação...


O dia passou-se no passeio pela vila e pelas imediações, a vermos as paisagens. A zona de facto era bastante bonita e, na Primavera, com todo aquele verde, ficava ainda mais bela. Subimos ao castelo, andámos a passear pelas ruas estreitas da parte mais antiga, almoçámos num dos restaurantes da parte nova, descemos ao cais e ainda pensámos em ir chapinhar na água, mas o ventinho e a temperatura não convidavam a isso. Ainda desafiei Márcia para irmos dar uma volta de carro até às Minas de São Domingos, mas ela disse que não podia ser, que o Sol ia-se pôr não tardava… e disse uma frase que me deixou gelada:
- Daqui a bocado vem aí um amigo meu de faculdade jantar connosco.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O rapaz das pizzas

Sou a Melanie, sou crossdresser e, desde que me assumi como tal, sinto-me uma pessoa muito mais feliz e realizada. Vivo sozinha e os únicos momentos em que ando disfarçada de homem são quando tenho de trabalhar no escritório – mas mesmo aí ando de lingerie feminina vestida por baixo do meu fato de executivo. Quando chego a casa, porém… não descanso enquanto não mando fora aquelas roupas inestéticas e me meto dentro de um vestidinho justo e que acentue as minhas mamas falsas e o traseiro.
Há apenas um aspecto da minha vida como Melanie que nunca havia conseguido realizar: ser usada por um homem. Sempre que me vestia, imaginei muitas vezes ajoelhar-me à frente de um gajo, baixar-lhe as calças e chupá-lo, ou ainda tê-lo a dobrar-me sobre uma cama, meter-se atrás de mim e comer-me sem piedade. Sempre que a minha mente viajava até essa fantasia, o meu clitóris eriçava-se logo e eu tinha de o massajar até me saciar. Mas nunca tivera coragem de o fazer, limitando-me a chupar os meus dildos ou a enfiar plugs no rabo e imaginar que aqueles brinquedos eram pilas de homens a devorar-me. Até que um dia…

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Bodas de madeira (parte 1)

(história anterior)

Cinco anos passam num instante. Parecia impossível que já havia passado tanto tempo desde que Márcia e eu havíamos dado o nó. E no entanto haviam passado de facto cinco anos desde esse dia, cinco anos cheios de amor, carinho, romance e paixão, mas também cheios de sexo, sexo e mais sexo, com aquela ruiva infernal a fazer de mim a sua puta – e a fazer-me suplicar por mais.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O novo membro da família

(história anterior)

De certeza que há muita gente que me considera sortuda por ser casada com uma rapariga lindíssima e espectacular como a Andreia Karabastos e de ser um elemento da sua família. E, de facto, na esmagadora maioria das vezes sinto-me autenticamente privilegiada por tê-la na minha vida como a minha companheira de aventuras. Todavia, há um ou outro momento em que acho que ela e a irmã Ana são completamente loucas. E os eventos que vou relatar comprovam precisamente o que quero dizer.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Vanessa

(história anterior)

Era inevitável: tornei-me viciada nos meus encontros sexuais com o Vasco. Sabia tão bem ter aquele menino totalmente sob o meu controlo, fazer dele o que eu quisesse. Fiquei tão vidrada que eu já pensava nisso a todas as horas, no que lhe fazer quando voltássemos a estar juntos, e muitas vezes dei por mim a pesquisar a Internet em busca de inspiração e de coisas que pudesse utilizar nele. E nem o aparecimento de Miguel alterou isso: o Vasco era o meu predilecto, o que eu preferia ter a meu lado e aquele que eu adorava muito mais corromper. E até o comecei a fazer no trabalho…

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Como morto

(história anterior)

O Dia das Bruxas passou-se e, contra todas as minhas expectativas, Ana não preparou nada de especial. Normalmente por esses dias ela dá asas à imaginação e, sozinha ou acompanhada de Andreia, faz qualquer coisa de picante vestida de vampira, ou bruxa, ou algo do estilo. Todavia neste ano a minha esposa não teve ideia nenhuma. Era um facto que ela agora passava mais tempo no papel de mãe, querendo dar toda a atenção e tempo disponíveis aos nossos filhos. Eu percebia que o facto de Ana ter perdido os pais muito cedo teria um enorme peso nesse seu comportamento, por isso nunca a julguei nem me aproveitei disso: os meus tempos livres extra-futebol eram passados ao lado dela, com os nossos meninos, em casa ou passeando, ou visitando os nossos familiares. Obviamente ainda tínhamos sexo mas não tanto como dantes, e com menos aspectos kinky.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Dois meninos

(história anterior)

Não vou mentir: depois do meu primeiro encontro sexual com o Vasco, fiz dele a minha “bitch”, o meu escravo pessoal. Após o seu estágio ter terminado, arranjei-lhe trabalho como meu secretário e encarreguei-o de todas as tarefas menores que me aborrecia fazer. Desde o primeiro dia, nunca lhe vi nenhum indício de descontentamento, apesar de sentir que ele queria algo mais comigo do que o que tínhamos; todavia mantive-me irredutível: ele era apenas carne para eu montar e abusar, nada mais. E sempre que me apetecia, ia até casa dele, tirava-lhe o cinto de castidade, montava-o, brincava com o seu rabinho e voltava a trancar-lhe a pilinha. Pela primeira vez em anos, sentia-me satisfeita com a minha vida sexual – e feliz com o meu papel de Dominante.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Destruição anal

(história anterior)

A relação de Lady Katarinne comigo começou a transfigurar-se com o tempo, com Ela a andar irada comigo – mais que o normal, digamos assim. Não sei se algo na Sua vida pessoal A estaria a perturbar, mas o que é certo é que os Seus castigos estavam a ser cada vez maiores, tanto em duração como em força e quantidade (e eu nem tenho feito assim tantas asneiras como isso); e Ela removera o quadro com a contagem dos orgasmos, dizendo-me para relembrar com saudade a última vez que me viera, “pois foi a última! Nem penses que te vou voltar a dar oportunidade de te esporrares, puta!”, dissera-me Ela em voz possessa.
E foi nessa fase que aconteceu a Sua festa de aniversário. Recordo-me que Ela começou desde cedo a dizer que ia arranjar uma criada para servir durante a festa, cargo que normalmente é o meu – e logicamente eu senti-me ofendida por estar a ser substituída. Mal sabia eu…!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A corruptora

Bom, comecemos pelo princípio. Chamo-me Joana Lemos, tenho 53 anos e sou empresária. Sou casada, mas a minha relação com o Humberto já não é nada daquilo que foi – diria que só os nossos três filhos nos impedem de nos separarmos; já não dormimos juntos e, por exemplo, a nossa vida sexual é uma utopia, pois ele parece nunca ter vontade e eu também não o forço pois, sejamos honestas: ele já não me atrai. Somos amigos mas pouco mais. Isso fez com que eu começasse a ter de arranjar outras formas de me satisfazer sozinha.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Fickschnitzel

Os passos das duas mulheres ecoavam pelos degraus daquela escadaria húmida e fracamente iluminada por lâmpadas pendentes do tecto. À frente, seguia uma morena alta e de cabelo frisado, porte imperial e rosto amigável mas naquele momento fechado, com cara de poucos amigos, que vestia uma espécie de body de látex encarnado e preto e calçava um par de botas de salto alto pretas pelo joelho. Nas mãos enluvadas segurava uma corrente com que arrastava a segunda rapariga atrás de si, visto aquela corrente estar presa à coleira que aquela trazia ao pescoço. Era uma rapariga também morena mas que tinha o cabelo liso, pelos ombros. O seu corpo estava enfiado dentro de uma camisa-de-forças de látex, nas pernas tinha meias do mesmo material e, nos pés, trazia umas sandálias de salto altíssimo, que tornavam difícil a caminhada – e o descer degraus nem se fala. A sua boca estava firmemente selada com uma mordaça de cabedal com tiras do mesmo material em volta da cabeça; os seus olhos estavam cheios de lágrimas e ela parecia soluçar à medida que ia descendo aquelas escadas, pois sabia o que a esperava: um castigo cruel às mãos de Lady Jewel, a sua captora…