segunda-feira, 19 de junho de 2017

Memórias da família Karabastos: Aella Karabastos

Texto retirado das memórias de Erzebeth Báthory, escritas pelo punho da duquesa.

Aella – jovem grega de nome completo Aella Karabastos, trazida ao meu castelo de Csejte1 pela minha querida Dorka2 sob promessas de uma vida livre de pobreza (relembrá-la para mudar de estratégia, este pretexto começa a estar muito usado). Uma beldade oriunda do Sul, de longos cabelos negros e rosto agradável com dois olhos castanhos lindíssimos, bom corpo, busto firme e longas pernas. Uma boa escolha.
Introduzi-a no meu staff de criadas e nos primeiros tempos desenvencilhou-se bem nas tarefas a seu encargo. Esperei pacientemente que ela cometesse um erro para eu a punir e passá-la para a parte da casa em que eu trato das meninas; todavia Aella conseguiu sempre frustrar esse meu plano, fazendo sempre o que eu lhe pedia, por mais absurdo que fosse.
Finalmente tive de me socorrer da comida, acusando-a de ter deixado a sopa salgada em demasia. Ela barafustou e disse que eu estava errada, o que foi suficiente para eu a acusar de me ter chamado “mentirosa”. Apesar dos seus protestos, foi arrastada para os calabouços onde pude enfim ocupar-me dela.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Branca de Neve e os seus anões (parte 2)

continuação...

Penetrei aquele rabo durante mais algum tempo, ouvindo o rapaz impar sempre que a minha pila entrava nele por completo. Admito que aquilo era o que eu mais gostava de fazer, enrabar os meus meninos, abusar deles… e eles chuparem-se deixava-me ainda mais extasiada (e excitada!). Mas como achava que estava na hora de parar com aquele cu, saí de Miguel, agarrei-lhe no cabelo e fi-lo ajoelhar-se à frente do meu Vasquinho; de seguida agarrei nas orelhas dos meus outros dois anões para os forçar a erguer-se.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A boneca anti-stress

 (história anterior)

O meu Carlos anda stressado. As coisas no futebol não lhe têm andado a correr como previsto, a saída da Champions League foi dolorosa e a forma da equipa tem sido desastrosa. Vejo a cara com que o meu marido chega a casa e só me apetece abraçá-lo durante meia-hora para o ajudar a animar. Depois do jantar brincamos com os miúdos, após eles irem para a cama vemos uma série qualquer na TV, aninhados os dois no sofá e vamos para a cama… mas mesmo lá eu sinto a sua preocupação, quase vejo as rodas dentadas da sua cabeça a girar, tentando arranjar soluções para a equipa tentar ao menos reconquistar o título. E claro que me custa vê-lo assim tão macambúzio… por isso pensei fazer algo para o animar.
Se de uma vez já me escapuli para o balneário para o seduzir e roubar-lhe as preocupações pela pila1, daquela achei que devia fazer algo em casa. E pedi a colaboração de Andreia e Helena, claro está, até para cuidarem dos nossos filhos (para treinarem como fazer, agora que a filha delas está quase a nascer). Mas não só: à parte falei com a minha irmã e pedi-lhe ajuda para concretizar a minha ideia.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Branca de Neve e os seus anões (parte 1)

(história anterior)

A partir do momento que tive mais que um menino sob o meu controlo, tive logo a ideia de os meter a interagir uns com os outros. E obviamente que ter Rita no meu “harém” ainda aumentou mais essa vontade. Agradava-me bastante a ideia de eu ter tanto poder sobre eles que até fariam coisas que nunca pensariam fazer ou contra a sua natureza. E claro que eu visualizei logo a cena na minha cabeça: uma espécie de “Branca de Neve” rodeada pelos seus “anões” (infelizmente não os sete da história, mas três bons meninos e menina eram mais que suficientes), mas claro que uma Branca de Neve de índole mais parecida à Rainha Má, cruel e lasciva, que todavia também pudesse sentir empatia com quem corrompesse. E sendo eu como sou, comecei logo a preparar as coisas para realizar mais essa fantasia.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

O encontro misterioso

(história anterior)

A partir do momento que tive a minha primeira experiência com um homem, nunca mais eu desejei outra coisa. Talvez eu tenha perdido um bocadinho a cabeça depois de ter sido comida pelo homem das pizzas, mas a verdade é que aquela tarde/noite ficaram-me para sempre na memória. Eu tinha vontade de repetir a experiência!
Todavia, nada me preparara para o que me iria acontecer…

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A pita

(história anterior)

Desde o dia que fechei a cadeado os órgãos sexuais dos meus meninos, a minha vida mudou, como já se devem ter apercebido. Era para mim uma autêntica delícia sentir-me no controlo das suas vidas, ser eu a determinar quando é que eles podiam estar comigo, quando se vinham… e a verdade é que aquele poder para mim tornou-se uma espécie de droga. Eu queria mais e mais! Não me chegavam Vasco e Miguel, ou ser dona da minha própria empresa: eu queria controlar mais gente…

segunda-feira, 27 de março de 2017

Como apanhar um traidor

(história anterior)

Não tenho jeitinho nenhum para escrever. Por muito que eu seja parecida à minha irmã Ana, não consigo perceber porque perde ela tanto tempo de roda da escrita, revelando todos os detalhes sórdidos das nossas aventuras sexuais. Só que, graças a uma aposta (maldito sejas, Casillas!), vou ter de a imitar e escrever sobre algo picante. Bom, do mal o menos: sei bem que situação relatar!
Como toda a gente sabe, eu trabalho num salão de cabeleireira. A dona do franchise que pertence o meu local de trabalho, que se chama Isabel mas prefere que lhe chamem Belita, é um pedaço de mulher: alta, loira e com pinta de top-model, gosta de se vestir de forma espampanante – dá-me 15-0 no exibicionismo! – e faz virar cabeças ao passar na rua, sempre montada em cima de uns saltos altíssimos que a fazem parecer um arranha-céus. E sim, antes que perguntem, eu já me envolvi com ela; aliás, eu e ela uma vez raptámos a minha irmã Ana e a minha esposa Helena e abusámos delas durante dois dias, aproveitando a ausência do meu cunhado1. Escusado será dizer que somos bastante amigas, quase unha com carne, e andamos bastantes vezes juntas. Belita é casada com o Pedro, empresário como ela, e ambos têm um filho, o Duarte. Escusado será dizer que sou amiga da família, tal como Helena.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Bodas de madeira (parte 2)

continuação...


O dia passou-se no passeio pela vila e pelas imediações, a vermos as paisagens. A zona de facto era bastante bonita e, na Primavera, com todo aquele verde, ficava ainda mais bela. Subimos ao castelo, andámos a passear pelas ruas estreitas da parte mais antiga, almoçámos num dos restaurantes da parte nova, descemos ao cais e ainda pensámos em ir chapinhar na água, mas o ventinho e a temperatura não convidavam a isso. Ainda desafiei Márcia para irmos dar uma volta de carro até às Minas de São Domingos, mas ela disse que não podia ser, que o Sol ia-se pôr não tardava… e disse uma frase que me deixou gelada:
- Daqui a bocado vem aí um amigo meu de faculdade jantar connosco.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O rapaz das pizzas

Sou a Melanie, sou crossdresser e, desde que me assumi como tal, sinto-me uma pessoa muito mais feliz e realizada. Vivo sozinha e os únicos momentos em que ando disfarçada de homem são quando tenho de trabalhar no escritório – mas mesmo aí ando de lingerie feminina vestida por baixo do meu fato de executivo. Quando chego a casa, porém… não descanso enquanto não mando fora aquelas roupas inestéticas e me meto dentro de um vestidinho justo e que acentue as minhas mamas falsas e o traseiro.
Há apenas um aspecto da minha vida como Melanie que nunca havia conseguido realizar: ser usada por um homem. Sempre que me vestia, imaginei muitas vezes ajoelhar-me à frente de um gajo, baixar-lhe as calças e chupá-lo, ou ainda tê-lo a dobrar-me sobre uma cama, meter-se atrás de mim e comer-me sem piedade. Sempre que a minha mente viajava até essa fantasia, o meu clitóris eriçava-se logo e eu tinha de o massajar até me saciar. Mas nunca tivera coragem de o fazer, limitando-me a chupar os meus dildos ou a enfiar plugs no rabo e imaginar que aqueles brinquedos eram pilas de homens a devorar-me. Até que um dia…

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Bodas de madeira (parte 1)

(história anterior)

Cinco anos passam num instante. Parecia impossível que já havia passado tanto tempo desde que Márcia e eu havíamos dado o nó. E no entanto haviam passado de facto cinco anos desde esse dia, cinco anos cheios de amor, carinho, romance e paixão, mas também cheios de sexo, sexo e mais sexo, com aquela ruiva infernal a fazer de mim a sua puta – e a fazer-me suplicar por mais.