segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Recepção de boas vindas (parte 1)

Catarina fora uma rapariga que sempre se habituara a ter tudo o que desejava. Filha de pais bem na vida e que nunca lhe negaram qualquer um dos seus caprichos, ela havia atravessado a adolescência e chegado à idade adulta sempre armada em diva, com toda a gente a fazer-lhe as vontades. Todavia, a vida encarregou-se de a colocar no seu lugar – com dois pontapés. O primeiro deu-se quando, após um curso de turismo numa escola profissional, o único trabalho que lhe surgiu foi numa companhia aérea, como hospedeira de bordo. Aí, e pela primeira vez na vida, Catarina teve de fazer as vontades das outras pessoas e engolir, pela primeira vez, o seu orgulho e as suas atitudes de diva sob pena de ser posta na rua e não ter meios de subsistência – depois de mais um desentendimento com os pais, estes haviam cortado toda e qualquer ideia de lhe continuarem a sustentar o seu estilo de vida folgado. Mas ainda assim aquela menina loira continuava com uma opinião muito inflacionada dela própria.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Lição repetida

(história anterior)

A minha vida ao lado de Márcia cada vez mais se assemelhava a um conto de fadas infindável. Todos os dias ela arranjava maneira de me sentir uma princesa, sempre a dar-me um miminho, um carinho, uma prendinha por mais pequenina que fosse. Creio que já o disse, mas já não conseguia imaginar a minha vida sem aquela autêntica Amazona, dura com todos menos comigo (excepto na nossa intimidade!). Tudo era perfeito na minha vida.
Tudo… ou quase tudo. A questão do nosso vizinho homofóbico, apesar de aparentemente ter sido atacada por Márcia1, nunca ficou definitivamente resolvida. De vez em quando, lá nos deparávamos com um pneu furado num dos nossos carros (quando não era nos dois), um papelinho na caixa do correio a apelidar-nos de “fufas” ou um vidro partido com uma pedra e uma mensagem “Desapareçam ou morram”. Claro está que isto me deixava um nadinha assustada e falei à minha marida de que se devia fazer alguma coisa, arranjar uma providência cautelar ou assim, mas ela respondia sempre que era difícil provar que o autor daqueles actos de vandalismos era o nosso vizinho, uma vez que nunca havia testemunhas… Acabei por me conformar com aquela mancha no meu paraíso, até porque não havia nada que eu pudesse fazer.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

O bebé

(história anterior)

Assim que chegou o mês de Maio, resolvi tirar uma semaninha de férias para descansar e passar algum tempo com Mamã. Apesar de o meu trabalho não ser muito exigente e eu até estar grande parte do tempo em casa, senti saudades de estar 24/7 com aquela linda Senhora e ser objecto dos seus carinhos – ou castigos. Quando eu Lhe falei na ideia, Mamã sorriu e beijou-me ardentemente, ao mesmo tempo que via surgir nos Seus olhos um brilho sádico.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Memórias da família Karabastos: Aella Karabastos

Texto retirado das memórias de Erzebeth Báthory, escritas pelo punho da duquesa.

Aella – jovem grega de nome completo Aella Karabastos, trazida ao meu castelo de Csejte1 pela minha querida Dorka2 sob promessas de uma vida livre de pobreza (relembrá-la para mudar de estratégia, este pretexto começa a estar muito usado). Uma beldade oriunda do Sul, de longos cabelos negros e rosto agradável com dois olhos castanhos lindíssimos, bom corpo, busto firme e longas pernas. Uma boa escolha.
Introduzi-a no meu staff de criadas e nos primeiros tempos desenvencilhou-se bem nas tarefas a seu encargo. Esperei pacientemente que ela cometesse um erro para eu a punir e passá-la para a parte da casa em que eu trato das meninas; todavia Aella conseguiu sempre frustrar esse meu plano, fazendo sempre o que eu lhe pedia, por mais absurdo que fosse.
Finalmente tive de me socorrer da comida, acusando-a de ter deixado a sopa salgada em demasia. Ela barafustou e disse que eu estava errada, o que foi suficiente para eu a acusar de me ter chamado “mentirosa”. Apesar dos seus protestos, foi arrastada para os calabouços onde pude enfim ocupar-me dela.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Branca de Neve e os seus anões (parte 2)

continuação...

Penetrei aquele rabo durante mais algum tempo, ouvindo o rapaz impar sempre que a minha pila entrava nele por completo. Admito que aquilo era o que eu mais gostava de fazer, enrabar os meus meninos, abusar deles… e eles chuparem-se deixava-me ainda mais extasiada (e excitada!). Mas como achava que estava na hora de parar com aquele cu, saí de Miguel, agarrei-lhe no cabelo e fi-lo ajoelhar-se à frente do meu Vasquinho; de seguida agarrei nas orelhas dos meus outros dois anões para os forçar a erguer-se.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A boneca anti-stress

 (história anterior)

O meu Carlos anda stressado. As coisas no futebol não lhe têm andado a correr como previsto, a saída da Champions League foi dolorosa e a forma da equipa tem sido desastrosa. Vejo a cara com que o meu marido chega a casa e só me apetece abraçá-lo durante meia-hora para o ajudar a animar. Depois do jantar brincamos com os miúdos, após eles irem para a cama vemos uma série qualquer na TV, aninhados os dois no sofá e vamos para a cama… mas mesmo lá eu sinto a sua preocupação, quase vejo as rodas dentadas da sua cabeça a girar, tentando arranjar soluções para a equipa tentar ao menos reconquistar o título. E claro que me custa vê-lo assim tão macambúzio… por isso pensei fazer algo para o animar.
Se de uma vez já me escapuli para o balneário para o seduzir e roubar-lhe as preocupações pela pila1, daquela achei que devia fazer algo em casa. E pedi a colaboração de Andreia e Helena, claro está, até para cuidarem dos nossos filhos (para treinarem como fazer, agora que a filha delas está quase a nascer). Mas não só: à parte falei com a minha irmã e pedi-lhe ajuda para concretizar a minha ideia.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Branca de Neve e os seus anões (parte 1)

(história anterior)

A partir do momento que tive mais que um menino sob o meu controlo, tive logo a ideia de os meter a interagir uns com os outros. E obviamente que ter Rita no meu “harém” ainda aumentou mais essa vontade. Agradava-me bastante a ideia de eu ter tanto poder sobre eles que até fariam coisas que nunca pensariam fazer ou contra a sua natureza. E claro que eu visualizei logo a cena na minha cabeça: uma espécie de “Branca de Neve” rodeada pelos seus “anões” (infelizmente não os sete da história, mas três bons meninos e menina eram mais que suficientes), mas claro que uma Branca de Neve de índole mais parecida à Rainha Má, cruel e lasciva, que todavia também pudesse sentir empatia com quem corrompesse. E sendo eu como sou, comecei logo a preparar as coisas para realizar mais essa fantasia.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

O encontro misterioso

(história anterior)

A partir do momento que tive a minha primeira experiência com um homem, nunca mais eu desejei outra coisa. Talvez eu tenha perdido um bocadinho a cabeça depois de ter sido comida pelo homem das pizzas, mas a verdade é que aquela tarde/noite ficaram-me para sempre na memória. Eu tinha vontade de repetir a experiência!
Todavia, nada me preparara para o que me iria acontecer…

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A pita

(história anterior)

Desde o dia que fechei a cadeado os órgãos sexuais dos meus meninos, a minha vida mudou, como já se devem ter apercebido. Era para mim uma autêntica delícia sentir-me no controlo das suas vidas, ser eu a determinar quando é que eles podiam estar comigo, quando se vinham… e a verdade é que aquele poder para mim tornou-se uma espécie de droga. Eu queria mais e mais! Não me chegavam Vasco e Miguel, ou ser dona da minha própria empresa: eu queria controlar mais gente…

segunda-feira, 27 de março de 2017

Como apanhar um traidor

(história anterior)

Não tenho jeitinho nenhum para escrever. Por muito que eu seja parecida à minha irmã Ana, não consigo perceber porque perde ela tanto tempo de roda da escrita, revelando todos os detalhes sórdidos das nossas aventuras sexuais. Só que, graças a uma aposta (maldito sejas, Casillas!), vou ter de a imitar e escrever sobre algo picante. Bom, do mal o menos: sei bem que situação relatar!
Como toda a gente sabe, eu trabalho num salão de cabeleireira. A dona do franchise que pertence o meu local de trabalho, que se chama Isabel mas prefere que lhe chamem Belita, é um pedaço de mulher: alta, loira e com pinta de top-model, gosta de se vestir de forma espampanante – dá-me 15-0 no exibicionismo! – e faz virar cabeças ao passar na rua, sempre montada em cima de uns saltos altíssimos que a fazem parecer um arranha-céus. E sim, antes que perguntem, eu já me envolvi com ela; aliás, eu e ela uma vez raptámos a minha irmã Ana e a minha esposa Helena e abusámos delas durante dois dias, aproveitando a ausência do meu cunhado1. Escusado será dizer que somos bastante amigas, quase unha com carne, e andamos bastantes vezes juntas. Belita é casada com o Pedro, empresário como ela, e ambos têm um filho, o Duarte. Escusado será dizer que sou amiga da família, tal como Helena.